Tédio...
Correr
sentar
bater
"trampar"
fumar
andar
pegar
andar mais
errar
pegar mais
emprestar
arrumar
despedir
sumir
aparecer
amanhecer
no ócio.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
1ª viagem...
O que é a distância se não a incompatibilidade das massas sobre uma mesma pairagem.
Porém, aprendi que é mesmo muito mais improvável e impossível como diz a música.
Sem dúvida é um chato no saco ou mesmo uma formiga de fogo na lingua.
Mas é bom, porque prova pra si mesmo o quanto de ilusão, doença, imaginação, contração, futurismo, e simplismo estão encarnados nas paredes, nas cadeiras, nas camas, nos tecidos, nas árvores, nas teclas, no vacuo.
Um suco de frutas citrícas bem amargas que em algum momento podem ajudar na reposição de vitaminas pra um corpo completamente impuro e artificial.
E o tempo? Essa construção que desnaturaliza o homem de sua essência, condicionando-o a ser um foragido de suas próprias cadeias. Selas se confundem com cédulas e a real riqueza está livre leve a solta no universo. As células cerebrais são assasinadas pelo estímulo exagerado dos músculos obrigados.
E eu pirando na longitude...
Porém, aprendi que é mesmo muito mais improvável e impossível como diz a música.
Sem dúvida é um chato no saco ou mesmo uma formiga de fogo na lingua.
Mas é bom, porque prova pra si mesmo o quanto de ilusão, doença, imaginação, contração, futurismo, e simplismo estão encarnados nas paredes, nas cadeiras, nas camas, nos tecidos, nas árvores, nas teclas, no vacuo.
Um suco de frutas citrícas bem amargas que em algum momento podem ajudar na reposição de vitaminas pra um corpo completamente impuro e artificial.
E o tempo? Essa construção que desnaturaliza o homem de sua essência, condicionando-o a ser um foragido de suas próprias cadeias. Selas se confundem com cédulas e a real riqueza está livre leve a solta no universo. As células cerebrais são assasinadas pelo estímulo exagerado dos músculos obrigados.
E eu pirando na longitude...
domingo, 25 de outubro de 2009
Contra adição
A contradição é o equilíbrio,
a arquitetura da destruição,
construção do impalpável,
exata resposta incalculável,
um concreto incerto que verticaliza a mata,
o lugar onde vivem os mortos.
a arquitetura da destruição,
construção do impalpável,
exata resposta incalculável,
um concreto incerto que verticaliza a mata,
o lugar onde vivem os mortos.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
A primeira...
Caros amigos (por enquanto nenhum), este texto calhorda que escrevo aqui é um marco para a minha micro-história da relação homem e máquina, pois mesmo sendo práticamente um analfabeto funcional, descobri ou achei dentro do meu eu não lírico uma vontade de escrever, ou como vocês Blogueiros chamam "postar".
Isso quer dizer que não sou mais adepto da filosofia Nadista na informática básica, ou melhor, daqueles que apenas comentam fotos ou recados no orkut.
Claro que fui levado a fazer tal iniciativa por fortíssima influência indireta daquela que me ama e é vermelha (falarei de amor em outra postagem).
Enfim, tenho como objetivo (se é que tenho mesmo um objetivo em algo) criar uma moléstia que possui como sintoma: a busca constante de sabe lá o quê, pois o que me rege é sem dúvida a vontade momentânea do fazer, neste caso escrever, o que quero sem me prender a normas e nós cegos.
O que pra muitos é uma patologia.
Isso quer dizer que não sou mais adepto da filosofia Nadista na informática básica, ou melhor, daqueles que apenas comentam fotos ou recados no orkut.
Claro que fui levado a fazer tal iniciativa por fortíssima influência indireta daquela que me ama e é vermelha (falarei de amor em outra postagem).
Enfim, tenho como objetivo (se é que tenho mesmo um objetivo em algo) criar uma moléstia que possui como sintoma: a busca constante de sabe lá o quê, pois o que me rege é sem dúvida a vontade momentânea do fazer, neste caso escrever, o que quero sem me prender a normas e nós cegos.
O que pra muitos é uma patologia.
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